Grid Unesp

O Brasil colabora com alguns grids internacionais , como o Projeto Galileu, que resolve problemas da exploração no pré-sal. E a Gridunesp promete impulsionar nas pesquisas de diversas áreas, com um conjunto de supercomputadores ligados por uma exclusiva rede de fibra ótica de alta velocidade. Hoje a unesp , têm 7 centro computacionais espalhado pelo Estado de São Paulo.

Gerenciar uma grid de cluster:

Conhecidos como middleware, o Globus tookit, esses pacotes são os intermediários entre o computador de um usuário e toda a rede de supercomputadores do grid. Eles ficam instalados em alguns dos vários processadores de cada cluster. Os procesadores com middleware atuam como gerentes dos demais, distribuindo  tarefas para eles. Seu objetivo é fazer com que o software no computador do usuário “enxergue” o grid como um único grande hardware, em vez de uma coleção heterogênea de cluster. Assim o usuário livra de um pesadelo de precisar abrir uma conta de acesso em cada uma das dezenas de centros que podem fazer parte de um grid internacional.

Alta velocidade

O poder de um grid não vem só do número e do tamanho de seus clusters, mas principalmente da velocidade da rede de fibra ótica que vai interconectá-los. O equipamento da Grid Unesp, podem carregar os dados pela fibra e poderam chegar a transmitir até dezenas de milhares de gigabits por segundo. os “switches óticos” são capazes de transmitir regularmente ae 40 gigabits por segundo.
Creio que mais a frente , comentarei sobre alguns projetos em cima do Grid Unesp, acompanhe !!!


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